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Mineração no fundo do mar: Noruega aprova prática controversa | Mundo & História

Peixe-palhaço na região da Indonésia. (Pexels/Tom Fisk)

A Noruega tornou-se o primeiro país do mundo a avançar com a polêmica prática da mineração em larga escala nas profundezas do mar. Um projeto de lei aprovado nesta terça-feira (9) irá acelerar a busca por metais preciosos que estão em alta demanda para tecnologias verdes. No entanto, cientistas ambientais já alertaram que isso pode ser devastador para a vida marinha.

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O plano do país europeu diz respeito às águas norueguesas, mas um acordo sobre a mineração em águas internacionais também pode ser alcançado ainda este ano. Um ponto importante levantado é que o conhecimento sobre as criaturas que habitam as profundezas do mar, as quais podem ser afetadas pela mineração, é limitado. O governo norueguês afirmou que está agindo com cautela e só emitirá licenças quando novos estudos ambientais forem realizados.

Exploração submarina gigantesca na Noruega

A ideia da Noruega é abrir 280 mil quilômetros quadrados de suas águas nacionais – uma área maior do que o tamanho do Reino Unido – para que empresas solicitem a mineração dessas fontes.

O fundo do mar abriga rochas do tamanho de batatas chamadas de nódulos e crostas, que contêm minerais como lítio, escândio e cobalto, essenciais para tecnologias limpas, incluindo baterias.

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Embora esses minerais estejam disponíveis em terra, eles estão concentrados em poucos países, aumentando o risco no fornecimento. Por exemplo, a República Democrática do Congo, que possui algumas das maiores reservas de cobalto, enfrenta conflitos em partes do país.

Via BBC News.

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